Argentino na praia acaba em salsa e chachachá
E a atração hilariante, ao chegar na praia, é ver um argentino. Não incluo “as ticas”, mas sim a velharada argentina exibindo suas volumosas e alvas pelancas. Uma praga que se alastra por todos os lados. Lá estão eles nas Lan houses, conferindo os e-mails dos parentes distantes. Lá estão eles gastando nas lojas.
Na praia, eles reclamam quando um brasileiro filhodaputa coloca o guarda-sol bem na frente deles. Eles passam tediosas tardes de calor tomando tererê, reunidos em pequenos grupos, e quase sempre calados. Eles são sérios, apáticos, porém saudáveis. Mas à noite, depois de algumas caipirinhas em pleno calçadão, tudo vira festa. As velhas argentinas mostram um broxante requebrado dançando muita salsa e chachachá.
Enquanto um velho brasileiro deve estar em casa vendo novela, reclamando que a merreca da aposentadoria não paga nem os remédios. Pois é.
Na praia, eles reclamam quando um brasileiro filhodaputa coloca o guarda-sol bem na frente deles. Eles passam tediosas tardes de calor tomando tererê, reunidos em pequenos grupos, e quase sempre calados. Eles são sérios, apáticos, porém saudáveis. Mas à noite, depois de algumas caipirinhas em pleno calçadão, tudo vira festa. As velhas argentinas mostram um broxante requebrado dançando muita salsa e chachachá.
Enquanto um velho brasileiro deve estar em casa vendo novela, reclamando que a merreca da aposentadoria não paga nem os remédios. Pois é.

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